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Em atualização do boletim epidemiológico da pandemia do novo coronavírus divulgada hoje (23), o Ministério da Saúde registrou mais 62.715 casos de infecção pela doença. Segundo o informe, 1.386 pessoas morreram em decorrência de covid-19 em 24 horas. O número total de mortos no brasil pelo vírus é de 248.529 desde o início da pandemia.

A pasta informa que 794.182 pacientes (7,7%) seguem em acompanhamento. A taxa de recuperação da doença segue estável, com 9.215.164 pessoas consideradas recuperadas da doença, o que representa 89,8% do total.

Sem grandes mudanças, o cenário estadual segue mostrando o estado de São Paulo como o maior foco de covid-19 no Brasil. O estado registrou 1.990.554 casos no total, com 58.199 óbitos, 23,41% do total de óbitos no Brasil. Minas Gerais e Bahia seguem, respectivamente, em segundo e terceiro lugar no covidômetro, com 847.763 casos e 17.774 óbitos e 660.506 casos e 11.320 óbitos.

Boletim mostra evolução da pandemia de covid-19 no Brasil.

Curitiba e Foz do Iguaçu estão entre os 21 destinos listados pelo Ministério do Turismo como tendência para 2021. De acordo com o levantamento, a valorização do turismo doméstico foi uma das tendências identificadas no comportamento do turista pós-pandemia da Covid-19.

O resultado teve como base os principais sites de pesquisa do setor, além de publicações e dos destinos que se alinham à demanda do novo turista. A mesma publicação elencou o Cerrado brasileiro como único destino brasileiro indicado na lista de 25 melhores viagens para planejar no futuro.

A região Sul do País tem quatro destinos na lista do Ministério do Turismo: Curitiba, Foz do Iguaçu, Florianópolis (SC) e Gramado (RS). Eles seguem a tendência de comportamento identificada em viajantes pós-Covid, de optar por locais de natureza ou com foco no turismo rural.

O secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, afirmou que o Paraná tem diversos ramos dentro do turismo, como o religioso, gastronômico, rural, de negócios, entre outros. “A pandemia mostrou o peso do turismo dentro da matriz econômica do Estado. Nós temos atrativos ligados ao meio ambiente, justamente o ramo que mais vai crescer no mundo, após a pandemia”, disse.

De acordo com o site Booking, 59% dos entrevistados pretendem ir para um destino de natureza próximo. Ainda segundo o buscador, outra forte tendência é a opção por viagens rápidas, ou seja, três em cada quatro (73%) brasileiros querem fazer viagens mais curtas em 2021 do que fizeram em 2019.

Para João Jacob Mehl, diretor-presidente da Paraná Turismo, vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, a pesquisa vem ao encontro com o trabalho realizado desde março de 2020, para a retomada do turismo pós-pandemia.

“A ecologia está dentro do trabalho que já estamos fazendo, principalmente com o turismo rural, ciclismo e religioso. A regionalização do turismo mostra as belezas do Estado e estamos há um ano trabalhando em cima disso, para fazer com que as pessoas conheçam as belezas do seu próprio Estado”, afirmou.

De acordo com ele, a expectativa é promover atrativos em diversas regiões do Estado, em uma ação com apoio do Ministério do Turismo. Mais informações sobre o turismo do Paraná podem ser consultadas no site VIAJE PARANÁ.

CURITIBA – De acordo com informações do site, a Capital do Estado foi eleita a cidade mais inteligente do Brasil. É a maior do Sul do País, com quase 2 milhões de habitantes e referência em qualidade de vida.

São mais de 30 parques e bosques para todos os gostos e com atividades para todas as idades. Os lugares mais visitados são o Parque Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer e o Parque Barigui.

Outros exemplos de museus, teatros e locais de shows são Ópera de Arame, Pedreira Paulo Leminiski e Teatro Guaíra. Para quem gosta de feiras, Curitiba tem opções de sobra, com comidas típicas, roupas e artesanato. O destaque é a Feira do Largo da Ordem, que acontece todos os domingos no Centro Histórico da cidade.

O turista encontra a Linha Turismo, um ônibus com roteiro com 24 paradas nos pontos mais interessantes a serem visitados da cidade por um período de 24 horas e uma única passagem. Entre os locais a serem visitados, estão também o Passeio Público, a Rua 24 Horas, o Parque Tanguá, a Ópera De Arame, a Torre Panorâmica, o Bosque do Alemão, o Bosque João Paulo II o Museu Ferroviário.

FOZ DO IGUAÇU – O município abriga uma das sete maravilhas do mundo: as Cataratas do Iguaçu, um complexo de 275 quedas que se estendem por quase cinco quilômetros do Rio Iguaçu.

Com aproximadamente 260 mil habitantes, no extremo Oeste paranaense, a cidade fica na chamada tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. É um dos destinos turísticos mais importantes do País e o mais visitado por estrangeiros do Paraná.

A cidade dispõe de uma média de 27 voos diários. A Terra das Cataratas também possui um dos maiores parques hoteleiros do Brasil. São aproximadamente 28 mil leitos em hotéis e a realização de eventos também movimenta o destino.

Foz abriga, ainda, a Hidrelétrica de Itaipu, a maior do mundo em geração de energia; o Parque das Aves; o Marco das Três Fronteiras; o Templo Budista; e outros atrativos.

BRASIL – De acordo com o levantamento do Ministério, o Sudeste e o Nordeste lideram a listagem com sete destinos. Angra dos Reis (RJ), Belo Horizonte (MG), Petrópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Ubatuba (SP) formam o roteiro do Sudeste. No Nordeste, aparecem João Pessoa (PB), Ipojuca (PE), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Porto Seguro (BA) e Salvador (BA).

“O levantamento reforça que estamos no caminho certo para que a retomada aconteça. O turismo doméstico tem um enorme potencial que merece ser conhecido pelos brasileiros e com esse foco que o Ministério do Turismo vem trabalhando – oferecer melhor infraestrutura, serviços cada vez mais qualificados e seguindo os protocolos de biossegurança”, afirmou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

Conforme a pesquisa da FGV Social, com base em informações compiladas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12,8% dos brasileiros vivem hoje com menos de R$ 246 por mês, ou R$ 8,20 por dia.

O nível de pobreza é o mais alto em dez anos e coincide com o fim do pagamento do auxílio emergencial. Os dados colhidos nas Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílio (Pnads Contínua e COVID-19) apontam que a pobreza aumentou significativamente após a redução dos pagamentos pela metade, em outubro do ano passado, e chegou ao patamar atual após o fim do programa, encerrado em dezembro. Leia mais em Fabio Campana.

O Brasil chegou a 9.204.731 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia, segundo o boletim do Ministério da Saúde com a situação epidemiológica do país no dia de hoje (31). Foram registrados 27.756 novos casos e há 8.027.042 recuperados. As informações são da Agência Brasil.

Segundo o boletim, nas últimas 24 horas foram registradas 559 novas mortes, totalizando 224.504 óbitos. Há ainda 953.185 casos confirmados.

Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras, os totais tendem a ser maiores pelo acúmulo das informações de fim de semana que são enviadas ao Ministério da Saúde.

O estado com maior número de casos é São Paulo, com 1.777.368 casos. Em seguida aparecem Minas Gerais (734.486), Bahia (588.106), Santa Catarina (576.815) e Paraná (549.333). As unidades da Federação com menor número de casos são Acre (48.467), Roraima (74.115), Amapá (77.041) e Tocantins (102.217).

São Paulo também lidera no número de mortes por covid-19, com 53.034 óbitos, seguido por Rio de Janeiro (29.811), Minas Gerais (15.060) e Bahia (10.060). Os estados com o menor número de mortes são Roraima (856), Acre (867) e Amapá (1.059).

boletim epidemiológico Ministério da Saúde 31.01.2021

O total de pessoas que morrem de covid-19 desde o início da pandemia no Brasil chegou a 217.037, conforme balanço divulgado neste domingo (24) pelo Ministério da Saúde. Em 24 horas, foram registrados 592 óbitos e 28.323 casos confirmados por equipes de saúde. O número de pessoas infectadas no país subiu para 8.884.577. As informações são da Agência Brasil.

Há, segundo a pasta, 973.770 casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde – um aumento de 11% em relação ao boletim anterior. Ainda de acordo com o boletim, o país soma 7.653.770 pacientes recuperados.

Estados

Na lista de estados com mais mortes por covid-19, São Paulo ocupa a primeira posição (51.502), seguido por Rio de Janeiro (28.833), Minas Gerais (14.279), Ceará (10.331) e Rio Grande do Sul (10.311). Já as unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Roraima, Acre, Amapá, Tocantins e Rondônia.

Em número de casos, São Paulo também lidera (1,69 milhão), seguido por Minas Gerais (690.853), Bahia (565.320), Santa Catarina (558.9075) e Rio Grande do Sul (528.045).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil.

O segundo dia de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 teve 55,3% de faltas, abstenção recorde no exame, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Do total de 5.523.029 inscritos no exame, menos da metade, 2.470.396, compareceu aos locais de prova. O índice foi maior que no primeiro dia, quando 51,5% dos inscritos não compareceram às provas. As informações são da Agência Brasil.

A média histórica de abstenção no Enem, segundo o Inep, é de cerca de 27%. O recorde anterior havia sido registrado em 2009, com 37,7% de abstenção. Foram eliminados no segundo dia 1.274 participantes por descumprirem as regras do exame, além de 14 emergências médicas. No primeiro dia, 2.967 candidatos foram eliminados.

De acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes, o número de faltosos foi maior do que o esperado, mesmo assim, a realização do exame foi vitoriosa. “Têm vários motivos que podem levar as pessoas a fazerem ou não a prova do Enem, é uma decisão individual e eu respeito a decisão individual das pessoas. O que é importante é o Inep assegurar a oportunidade e isso nós fizemos. Estamos dando a oportunidade de quem quer fazer o Enem poder fazer”, diz. “Conseguimos assegurar, no meio da pandemia, que 5,6 milhões pudessem fazer a prova e que 2,5 milhões fizessem as provas. Acho que isso é uma vitória”, acrescenta.

Segundo Lopes, o segundo dia transcorreu com tranquilidade. Não houve, até o momento, notificações de pessoas que foram impedidas de realizar o exame por conta da lotação das salas, como ocorreu no primeiro dia de aplicação. O Inep atualizou os números divulgados no último domingo. Até o momento, foi confirmado que isso ocorreu em 11 cidades, em 37 escolas.

Tanto esses estudantes quanto os participantes que foram prejudicados por questões logísticas, como falta de luz no local de prova, e aqueles que não fizeram o exame por apresentarem sintomas de covid-19 ou outra doença infectocontagiosa terão direito a fazer o exame na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

O pedido para participar da reaplicação deve ser feito na Página do Participante. O sistema estará aberto, segundo Lopes, a partir das 12h desta segunda-feira (25). O prazo vai até o dia 29. Os resultados serão divulgados no dia 12 de fevereiro, quando os estudantes saberão se os pedidos foram aceitos ou não.

Segundo o Inep, até o momento, 18.210 candidatos solicitaram a reaplicação por conta de doenças infectocontagiosas. Desses pedidos, o Inep aceitou 13.716. “Nesses casos não é preciso pedir a reaplicação porque o pedido foi feito no sistema, já foi deferido. Para essas pessoas, já estamos trabalhando na elaboração da prova.