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A Secretaria de Saúde divulgou nesta tarde (28) um boletim atualizado sobre a situação do Coronavírus, em Cascavel.

Até hoje foram confirmados 4771 casos positivos, sendo que desses, 4578 pacientes já foram curados.

De acordo com a Sesau, 95 pessoas ainda são consideradas ativas e ainda fazem tratamentos.

Na cidade 34 casos ainda são considerados suspeitos, sendo que desses10 dez estão em UTI e 24 em enfermaria.

O boletim traz ainda a morte de mais um cascavelense em decorrência de Coronavírus.

O homem de 37 anos não tinha comorbidades associadas e faleceu no dia 22 de julho em decorrência do Covid-19.

Agora Cascavel contabiliza 98 óbitos de pacientes que foram contaminados com a doença.

O deputado federal Ricardo Barros (PP), líder do Progressistas no Paraná pode ser candidato a prefeito de Maringá. Se Barros voltar a assumir a cadeira de prefeito de Maringá, onde tudo começou, no dia 15 de novembro de 1988 quando, aos 29 anos, assumiu a prefeitura da cidade, tornando-se o mais jovem prefeito do Brasil.

Em entrevista nesta sexta-feira (3) ao jornalista Milton Ravagnani, da Band Maringá, Barros lembrou do seu primeiro grande passo na carreira política e sinalizou que isso poderia acontecer novamente, pois as eleições deste ano será no dia 15 e Novembro e “seria mais um grande presente que os eleitores poderiam me dar”.

Deputado Federal, ex-ministro da Saúde, Barros é o articulador da candidatura de seu irmão, Silvio Barros e a Coronel da Polícia Militar, Audilene, mas como deixou transparecer na entrevista, “tudo pode acontecer”.

Um dos mais bem articulados políticos do Paraná Ricardo Barros, aos 60 anos, sempre teve uma estrela brilhando ao seu lado a começar pela esposa, Cida Borgethi, ex-governadora do Paraná e ex-deputada federal, além da filha, Maria Victória, deputada estadual e provavelmente vice-candidata na disputa pela prefeitura de Curitiba.

O Governo do Estado habilitou mais 27 leitos exclusivos para pacientes com a Covid-19. São 22 lde UTI para adultos e cinco de enfermaria. No HU de Maringá foram abertos dez novos leitos de UTI. Agora chega a 20 o número de leitos na instituição. Também foram habilitados pela Secretaria de Estado da Saúde sete leitos de UTI no Hospital Cruz Vermelha e cinco de UTI e cinco enfermarias na Santa Casa, em Curitiba.

As ampliações fazem parte dos mais de 2.200 leitos exclusivos para atendimento Covid-19 implantados desde o início da pandemia no Paraná. Inicialmente havia 264 leitos no total. Agora o Estado possui 2.204 – um aumento de mais de 734% em 97 dias.

O secretário da Saúde, Beto Preto, afirmou que a ampliação na rede hospitalar tem sido considerada de acordo com a necessidade de cada região. “A orientação do governador Ratinho Junior é descentralizar e regionalizar a saúde do Paraná. Neste sentido, temos acelerado este processo de ampliação de leitos, levando em consideração a realidade e a demanda de cada município dentro das macrorregiões”, disse o secretário.

“Não podemos deixar de reafirmar que estas medidas não são para sempre. Pedimos à população que retome o isolamento domiciliar e o distanciamento social e aqueles que precisem realmente sair de suas casas, que sigam as medidas de prevenção. Somente assim diminuiremos o contágio”, alertou o secretário.

UNIDADES PRÓPRIAS – A estratégia do Estado é ampliar e fortalecer a rede hospitalar para aumentar a capacidade de atendimento para a população. “O Paraná tem uma estrutura robusta na saúde. Por isso, todas as decisões relacionadas à rede hospitalar têm se baseado principalmente em aprimorar as unidades próprias e acelerar a abertura de hospitais já em construção”, informou Beto Preto.

No mês passado, após uma espera de mais de dez anos, o Hospital Regional de Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, abriu as portas com 30 novos leitos, sendo 10 de UTI e 20 de enfermaria.

Em Ivaiporã, mais uma obra foi concluída, possibilitando que o Hospital Regional disponibilizasse 20 leitos de UTI e 60 de enfermaria. Inicialmente as estruturas estão voltadas especialmente para pacientes suspeitos ou diagnosticados com a Covid-19.

De acordo com o secretário da Saúde, as unidades irão beneficiar a população não só em tempos de pandemia, mas ficarão como um legado para a estrutura hospitalar.

“Estes hospitais já estavam no projeto do Estado e agora pudemos inaugurá-los como medida estratégica no enfrentamento desta doença. Esperamos que, quando tudo isso passar, esses hospitais possam ficar como um legado de um atendimento definitivo para a população”.

O Governo do Estado vai ativar, ainda, o Hospital Regional de Guarapuava, com possibilidade de 30 leitos de UTI e 80 de enfermaria. A obra, que estava prevista para terminar apenas no próximo ano, foi antecipada justamente para ampliar o reforço de unidades exclusivas de enfrentamento à pandemia.

REGULAÇÃO DE LEITOS – A Secretaria de Estado da Saúde possui uma Central de Regulação de Leitos é uma ampla rede hospitalar onde são concentrados os pedidos de transferências de pacientes entre os serviços de saúde em todo o Paraná. A Regulação tem atuado também no controle e monitoramento dos leitos exclusivos Covid-19, desde o início da doença no Estado

Investigação foi aberta após fala de secretário municipal de Saúde que disse que prefeitura estava gastando mais com a compra de insumos. Observatório Social tem acompanhado e pedido explicações sobre gastos.

A Câmara de Vereadores de Maringá, no norte do Paraná, autorizou a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os gastos da prefeitura com a saúde. As informações são do G1 Paraná.

As investigações foram autorizadas pelos vereadores depois de uma declaração do secretário municipal de Saúde de Maringá. Ele teria dito que a prefeitura está pagando mais caro por vários insumos, por uma série de fatores, como a alta procura, por exemplo.

Isso, segundo a secretaria, tem ocorrido em função da pandemia do novo coronavírus.

Sobre a abertura da CPI, a prefeitura disse entre outras coisas que “a propósito dos preços abusivos cobrados por fornecedores de insumos da área de saúde neste momento de pandemia, o município defende uma minuciosa investigação pela câmara. O Poder Executivo municipal apoia e vai contribuir com todas as informações solicitadas”.

O Observatório Municipal de Maringá também está acompanhando os gastos municipais.

Vigilância

A equipe do Observatório Social está trabalhando de casa, continua de olho nas compras e nos gastos da prefeitura da cidade.

A preocupação é que durante uma pandemia, com o decreto de estado de calamidade, as administrações públicas ultrapassem os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, ou seja, gastar além da conta e comprar sem a necessidade de fazer licitação.

“A dispensa não elimina a necessidade de apuração do menor preço para administração. Então mesmo estando nessa situação toda, o melhor seria ter um número maior de orçamento. Fizemos alguns pedidos de esclarecimentos sobre a transparência, planejamento. A dispensa de licitação é necessária, mas precisamos saber como o gestor utiliza isso”, explicou a presidente do Observatório Giuliana Lenza.

Em Maringá, por exemplo, o Observatório constatou que a maior despesa até agora, foi com alimentação para atender famílias necessitadas. Os gastos já passam de R$ 3,5 milhões.

“Perguntamos qual foi o critério de distribuição? São 20 mil cartões, 12 mil cestas básicas, como isso foi distribuído? A resposta foi “quem se autodeclarou em situação de vulnerabilidade”. Isso é algo preocupante”, afirmou a presidente.

“Hoje, claro, tem uma sensibilidade para urgência, mas nada disso elimina o controle de legalidade, de procedimentos, por isso é importante registrarmos tudo isso”, acrescentou Giuliana Lenza.

A prefeitura esclareceu que as informações estão disponíveis no Portal da Transparência e que as compras são acompanhadas pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas.

A prefeitura também explicou que a definição dos beneficiários do cartão Comida Boa é feita com base no cadastro único do Governo Federal.